-- Nosso Espaço --

por Carlos FOSCOLO

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Este é um espaço despretensioso. Visa apenas a emitir opiniões, de forma simples e dar esta oportunidade a que as pessoas também o façam, livremente, desde que -- é claro -- aceitem algumas regras imprescindíveis como não usar o anonimato, não usar palavras de baixo calão e não atingir a honra e o nome das pessoas, casos em que deixaremos de publicar as opiniões. O motivo que nos levou a abrir este espaço foi acreditar que grande parte dos problemas brasileiros existem em virtude da omissão do povo, que delega a pessoas, entidades e políticos inescrupulosos e incapazes as decisões que gostariam de tomar e quando se vêem frustrados ou traídos por seus representantes, não têm um espaço para se manifestarem.

 Obrigado por nos visitar e nos prestigiar.

Carlos A. M. Foscolo 

 

Se tiver tempo, veja também alguns artigos que publicamos no Jornal de Pompéu, há alguns anos.

Edição 05/02/08 

 

             

EXCESSOS  COM O CARTÃO CORPORATIVO DO GOVERNO

              Como sempre acontece, as novidades que favorecem as relações entre vendedores e  compradores, surge nos Estado Unidos a ferramenta que, sem qualquer sombra de dúvida incentiva a seus cidadãos que comprem cada vez mais, ao contrário do nosso, que sempre incentivou as famosas poupanças da Caixa, com rendimentos de 6% ao ano, enquanto empresta este mesmo dinheiro a juros que chegam perto, ou até mais, que 100% ao ano. Mas isso não vem ao caso neste instante.  O importante é dizer que a invenção do cartão de crédito  foi mais uma “proeza financeira” americana, para fazer com que os consumidores consumissem mais, e sempre com maior facilidade. Só isso faz crescer a economia: Economia forte é economia que compra muito!

               Do simples dinheiro de plástico, como frequentemente é chamado o cartão de crédito, usado apenas pelos cidadãos em sua ânsia consumista, este dinheiro passou também a ser usado pelas empresas, pelas corporações também.  Daí surgiu o Cartão Corporativo: Alguém compra com o cartão, mas quem paga é a empresa.  As empresas multinacionais, então, visando facilitar e agilizar o trânsito de seus funcionários através de todo o mundo.  Tudo com muita transparência e respeito ao dinheiro do cidadão, que é quem realmente paga a conta no final do mês.  Logo em seguida os órgãos governamentais do primeiro mundo, principalmente os americanos passaram também a utiliza-lo, no sentido de dar mais transparências às transações e de se evitarem as tediosas medidas governamentais para se adquirir qualquer coisa. Até aí tudo bem: Políticos de primeiro mundo, que geralmente não necessitam de seus cargos para viver e frequentemente assumindo cargos muito, mas muito mais mesmo por orgulho de fazer alguma coisa pela Nação do que para ganhar dinheiro.  Eh! Aí o cartão de crédito corporativo funciona bem.

            Se nos países de primeiro mundo os cartões corporativos funcionam bem tanto nas empresas privadas quanto em órgão governamentais, o mesmo não se pode falar aqui.  Isso porque aqui funciona – e sempre funcionou – a lei de Murphy: “Sempre levar vantagem em tudo”!

            Acho que do exposto acima você já pode ter uma noção bem clara do que poderia acontecer aqui,, se o Sistema de Cartões de Créditos Corporativos fosse adotados por nossos órgãos governamentais e autarquias!  E o pior é que foi!!!  Não só todos os ministérios compram com cartão do governo, mas somos nós que pagamos a conta.

         Conclusão: Aquilo que é bom para os países de primeiro mundo é automaticamente bom para o Brasil?  Nossos políticos têm seriedade e maturidade bastante para usar um cartão de crédito SEM LIMITE, guiados sobre o que comprar e o que não comprar apenas pela voz de sua consciência?  Nossos políticos e executivos autárquicos têm moral e discernimento suficientes para que, tendo um cartão com ilimitado limite de compras, o utilizem apenas em benefício desta população, que além de pagar seus salários, suas mordomias, ainda tem de pagar cartões de créditos indevidamente usados?

         Queremos ouvir sua opinião. Fale conosco, Sua opinião será muito bem-vinda.

(Artigo ainda não revisado: É possível que contenha muitos erros !!!

 

Carlos Foscolo

 

 

    

  


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